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11/10/2018

Rememorando lembranças, Maria Alice faz show ‘Sertões’ dia 20 no Sesc

Espetáculo conta com releituras sensíveis de clássicos nordestinos, sertanejos e fronteiriços.

Durante boa parte de sua vida, a cantora Maria Alice transitou por cidades de Mato Grosso (quando o Estado ainda era unificado) e pelo Ceará, o que culminou em seu álbum lançado ano passado, intitulado “Sertões”. No dia 20 deste mês a cantora fará o show que leva o mesmo nome do seu disco no Teatro Prosa, no Sesc, a partir das 20h. A entrada é gratuita.

As músicas que compõem o disco fazem parte das memórias de Maria Alice. Ela, que nasceu no Rio de Janeiro, viveu no Ceará durante a infância, depois veio para Mato Grosso do Sul e juntou influências musicais destes lugares.

“Conheci muito bem as particularidades do interior do Mato Grosso e do Ceará. Tomei banho de cuia, nadei em lagoa, escorreguei em barro. A luz da fazenda se apagava às 21h no máximo, porque era um motor que a produzia, o que também acontecia na praia do Pecém, onde passávamos os fins de semana na minha infância e a cidade toda se apagava. São experiências que vinham acompanhadas de trilhas musicadas desses locais. Como sempre tive uma forte relação com a música, essas memórias vêm sempre associadas”, relata.

Quando andava de carro, na cidade em que morava no Ceará, cantava muito no carro porque não havia rádio no veículo. “Era um trajeto musicado pelo meu atrevimento de ficar cantando sem parar. Dorival Caymmi, Maysa, Chico Buarque, carimbós, algumas músicas bregas, Amado Batista, Bartô Galeno, Odair José. Sempre música brasileira, que era o que se ouvia em casa, do gosto dos meus pais que tinham LPs e das funcionárias da casa no rádio”, conta a cantora.

A música paraguaia também era e ainda é uma constante em sua vida. Naquela época ouvia muita polca na casa de seus avós aqui no Estado, na fazenda, nos bailes e festas. “Dancei muita polca nessa vida”, lembra.

A casa em que cresceu sempre teve muita música. Seus pais, grandes admiradores da música brasileira, proporcionaram à cantora conhecer os grandes compositores e intérpretes desde muito cedo. “Lembro que minha mãe tinha uma coleção de discos que contava a história da MPB. Tinha Cartola, Maysa, Elis, Luiz Gonzaga, entre outros. Ouvia de tudo na minha casa”, declara.



Disco


Em “Sertões”, a cantora reúne 16 músicas que são pérolas do cancioneiro popular, com matizes sonoras bem definidas e que normalmente não se misturam. Unindo os sertões sonoros do Brasil, o disco traz um repertório de sucessos do Nordeste, do interior paulista-mineiro-goiano e da fronteira sul-mato-grossense. O resultado é um álbum recheado de clássicos que já estão no inconsciente coletivo brasileiro, como “Assum Preto”, “Tristeza do Jeca” e “Merceditas”.

Os arranjos e a direção musical de “Sertões” são do violonista Pedro Ortale. Maria Alice e Pedro já haviam feito juntos o primeiro trabalho da cantora, “No Mundo a Passeio”, em 1997. Desta vez, os instrumentos acústicos dominam os arranjos, com destaque para o violão de 7 cordas e a sanfona de Renan Nonato, que se tornam o elo de ligação de músicas tão aparentemente distantes como “Kalu” e “Amargurado”.

A liberdade para a parte instrumental dos arranjos é mais um dos atrativos do disco. Além de Pedro Ortale e Renan Nonato, “Sertões” conta ainda com a participação de excelentes músicos, como Ivan Cruz (violão), Edclei Calado (baixo), Chico Simão (percussão) e o estreante João Pedro Ortale (percussão), filho de Maria Alice e Pedro Ortale. O design gráfico do disco é assinado pelo artista visual Lula Ricardi. No show a vídeo cenografia é de Rafael Mareco, técnico de som Alex Cavalieri, técnico de projeção Vinícius Gonçalves e técnico de luz Elton da Silva. A produção do CD e do show é da Marruá Arte e Cultura e a realização é do SESC CULTURA.

No próximo mês a cantora leva o show para Maracaju.

Serviço – O show “Sertões” será no Teatro Prosa, dia 20 de outubro às 20h. Para garantir o ingresso é necessário chegar com uma hora de antecedência. O Teatro Prosa fica na rua Anhanduí, 200, Centro. Informações pelo telefone 98136-4680 (whatsapp). 


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12/09/2018

OFICINA DE CRIAÇÃO TEATRAL PARA TODAS AS IDADES

Aula experimental para interessados em conhecer o trabalho.

O Centro de Arte Viva convida para a Oficina de Criação Teatral com a atriz e diretora Andréa Freire.   Com 3 meses de duração, terá início em 13 de setembro e se encerrará no dia 13 de dezembro, sempre às quintas-feiras, das 18h às 19h30.  

A oficina terá como foco a prática de montagem, passando pelas fases de integração, criação, produção e encenação de um espetáculo, resultado da experiência coletiva.  É aberta para pessoas de todas as idades e buscará inserir os participantes no universo cênico, conforme explica a ministrante:  “É muito rico o encontro de pessoas de diferentes faixas etárias no teatro.  Há  oportunidades para perceber diversos pontos de vista, habilidades, possibilidades e práticas de superação de dificuldades libertando para a realidade oferecida pela criação artística.  O processo do trabalho se constrói com entusiasmo, dedicação e cumplicidade e vai gerando uma atmosfera criativa, um ambiente de ensino-aprendizagem, que impacta no coletivo e no individual.  O resultado é apreciado no espetáculo”. 

A Oficina de Criação Teatral foi criada em 1992 por Andréa Freire,  graduada em artes cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio) e pós-graduada em O Cômico e o Moderno pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).   Desenvolveu oficinas e cursos livres de teatro, montagem de espetáculos, mostras e seminários, tornando-se uma  referência em Mato Grosso do Sul.  Em sua trajetória agregou centenas de pessoas, entre crianças, jovens e adultos, como alunos, profissionais, colaboradores, parceiros e amantes  da arte de representar.  Muito de seus alunos são hoje profissionais que atuam em São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades, como Nando Rodrigues, Mariane Gutierrez, Matheus Rabelo, Flora Menezes, dentre outros que participaram das aulas no Centro de Arte Viva. 

Programação

Primeira etapa – Despertar e ampliar a capacidade de expressão através de jogos teatrais.

Segunda etapa – Investigação do potencial expressivo do corpo através das habilidades corporais e vocais.  

Terceira etapa – Seleção de tema, história ou peça teatral a ser encenada pelo grupo.  Início da prática da montagem, ensaios, concepção visual e espacial, definição de papéis e funções, produção, comunicação e apresentação de um espetáculo teatral para o público.

O teatro é uma das vivências artísticas mais completas que se pode oferecer a uma pessoa. Por sua natureza atraente é terreno fértil para a imaginação criadora, o despertar da sensibilidade, a formação do pensamento crítico e autônomo, a percepção da capacidade humana de cooperar, transformar  e de libertar a pessoa de sua condição passiva de testemunha diante da vida e tornar-se protagonista de suas ações e desejos.

Os interessados em conhecer o trabalho podem fazer a aula experimental. 

Mais informações no Centro de Arte Viva

telefone (67) 3224 2433 e WhatsApp (67) 9.9297 9723.


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20/08/2018

CAMPO GRANDE NA TELA SEGUE DANDO FRUTOS PARA ESTUDANTES E PROFESSORES

Projeto começou com mostra de curtas campo-grandenses e debates em escolas e universidades públicas no mês de março

Sob olhares atentos, emocionados e cuidadosos, Campo Grande já foi retratada inúmeras vezes e de diversas formas por cineastas locais. Para levar essas produções a jovens e adolescentes de escolas e universidades públicas, a Marruá Arte e Cultura desenvolveu o projeto “Campo Grande Na Tela”. Ele foi contemplado com recursos do FMIC (Fundo Municipal de Investimentos Culturais), oriundos da Sectur (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo).

O projeto teve início no fim de março, com dois dias de mostra na Escola Municipal Professor Arlindo Lima, na região Centro, de Campo Grande. Da primeira até a última mostra, na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) – em maio – foram 10 mostras, passando por 7 escolas, uma em cada região da Capital, e três instituições de ensino superior.

As mostras terminaram há um tempo, mas o “Campo Grande Na Tela” rende frutos até hoje nas escolas que passou. Dele surgiu uma websérie de 10 capítulos que apresenta recortes da história do cinema em Campo Grande, dos cinemas que a cidade já teve, e de importantes nomes da nossa 7ª arte, diretores, atores e produtores que fizeram parte dos filmes que fizeram parte da mostra, além de momentos das exibições nas instituições por onde o projeto esteve, com depoimentos e entrevistas das pessoas envolvidas no processo.

Além da websérie, a idealizadora do projeto, Andréa Freire e a curadora da mostra, Elis Regina, prepararam um guia pedagógico para que os professores desenvolvam atividades com os alunos do ensino fundamental II e médio, como sugestão de prática pedagógica em escolas no ensino de diversas disciplinas a partir dos 20 filmes apresentados, que foram divididos em quatro programas adequados às faixas etárias e séries do público alvo.

O guia contém sinopse e ficha técnica dos curtas-metragens e do projeto, links de acesso a títulos e aos episódios da websérie, fotos das exibições nas escolas e universidades visando evidenciar um panorama do projeto para auxiliar no trabalho proposto aos educadores.

Por exemplo, a animação “Ser Criança em Campo Grande”, dirigido por Constantina Xavier, fala da cidade através do olhar de uma criança. É proposto, por meio do guia, para a matéria de língua portuguesa: criar um texto com diálogos a partir do tema do filme, destacando a visão que cada aluno tem sobre sua cidade. Já para a disciplina de história pode-se solicitar uma pesquisa em grupo sobre a estrutura atual da cidade e suas regiões. Há dicas para todas disciplinas.

Este material está disponível permanentemente pela internet para as escolas. As instituições que tiverem interesse em utilizá-lo para trabalhar com os alunos  podem entrar em contato com a Marruá através do Facebook, Instagram ou telefone 98136-4680.

O Guia Pedagógico pode ser acessado através deste link; https://drive.google.com/file/d/1xyDiQ1BlJVRzHRzhYead0NAuuu2InrUn/view

O link da playlist com os 10 episódios da websérie pode ser acessado em:  https://www.youtube.com/playlist?list=PLRIzQMwMXqNRmJh_RWpM45U01g7jESSVR



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10/08/2018

ESPETÁCULO SANTA CASA 100 ANOS DE SOLIDARIEDADE SERÁ REAPRESENTADO.


Uma história de sonho, luta, morte e renascimento é tema do Teatro Documentário encenado por funcionários e colaboradores do hospital

Concebido no fim do ano passado o espetáculo “Santa Casa: 100 Anos de Solidariedade” será encenado mais uma vez neste mês de agosto. As apresentações acontecem nos dias 17 e 18 de agosto, às 19h, no auditório Carroceiro Zé Bonito, no interior da Santa Casa, com entrada franca.

A peça é em estilo Teatro Documentário e o texto se baseia no livro “Santa Casa - Patrimônio de Mato Grosso do Sul”, da escritora Vera Tylde de Castro Pinto, lançado em agosto do ano passado. A publicação narra a história da Santa Casa, que é a quarta maior do Brasil, remetendo o espectador a uma viagem ao início do século passado, quando a cidade ainda era o Arraiá de Santo Antônio de Campo Grande. 

O fio condutor da encenação é a solidariedade, que impulsionou o nascimento do hospital e, até os dias de hoje, norteia a luta por sua sobrevivência. O povoado com 5 mil habitantes, sem nenhum hospital, num esforço solidário da comunidade, abrigava os enfermos em pensões e casas de família;  os pioneiros  da idéia e construção do hospital; o trabalho das Irmãs Salesianas que estiveram de 1920 a 1980 a frente de várias funções e atividades na instituição; a  visita do cientista Albert Sabin que deixou mensagens no livro de ouro do hospital e disse que “a Santa Casa era o hospital mais bonito do Brasil”;  o patrimônio particular do presidente Arthur D´Ávila hipotecado para garantir a construção modernizada do hospital nos anos 80; entre outras, compõem as 27 cenas  distribuídas em 4 atos, revelando  personagens fundamentais e memória históricas, entrelaçadas com os fatos do dia a dia do hospital, convergindo passado, presente, coragem e esperança.

“Participar da construção da história  da Santa Casa através do teatro foi como voltar no tempo e entender toda história de amor e solidariedade e a superação de desafios que nos fez o que somos hoje. Gratidão e honra  são os meus sentimentos”, reflete a assistente social Eliane Falcão, uma das atrizes.

O espetáculo “Santa Casa: 100 Anos de Solidariedade” é representado  por  11 funcionários e colaboradores que se reuniram semanalmente ano passado durante seis meses. Este ano voltaram a ensaiar para as novas apresentações.  

Os participantes têm 25 a 60 anos e trabalham em diferentes setores do hospital: enfermaria, plantão, serviço social, oncologia, ambulatório, manutenção e atendimento. As diretoras e dramaturgas Andréa Freire e Conceição Leite, responsáveis pelo processo criativo, optaram pela linguagem do Teatro Documentário.  

A encenação é associada a uma ideia documental,  com  inserção do real através da reutilização de fontes e documentos históricos que se relacionam com a estética e a poética do espetáculo.  O  que  está em cena tem um vínculo direto com a realidade social dos atores.  

“Trabalhar no teatro para mim foi uma experiência incrível cheia de desafios e aprendizagem. Aprendemos muito sobre a história da Santa Casa, seus desafios, dificuldades, lutas e vitórias. Foi  um prazer fazer parte desta história”, afirma a Tauany Ramires de Lara, que trabalha no faturamento e também atuou no espetáculo.

Outro diferencial é a utilização da tecnologia do audiovisual com projeção de documentos, fotos, discursos, canções, harmonizam  com rápidas trocas de ambientes, figurinos, iluminação  e promovem uma dinâmica que busca também otimizar o ambiente da encenação. 

Para a diretora Andréa Freire fazer o espetáculo foi um processo interessante e desafiador. “A história da Santa Casa é a história de Campo Grande, da constituição da cidade, dos primeiros imigrantes e povos que vieram pra cá. A construção deste centenário do hospital tem muito a ver com a cidade e poder pesquisar e transpor isso para o teatro, através do teatro documentário, foi enriquecedor”, pontua.

A equipe de criação conta com  Andréa Freire e Conceição Leite, texto e direção; Telumi Hellen, figurinos; Rafael Mareco, videocenografia; Jonas Feliz, trilha musical, Franciella Cavalheri, supervisão corporal; Stepheen Abrego, iluminação; Belchior Cabral, produção executiva e sonoplastia; Helton Perez/Vaca Azul, fotografia e audiovisual; Lula Ricardi, design; Marruá Arte e Cultura, produção geral.   A Realização é da Associação dos Amigos da Santa Casa e conta com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania e Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

Serviço - A entrada para o auditório Carroceiro Zé Bonito fica na rua Eduardo Santos Pereira, entre as ruas Rui Barbosa e 13 de Maio. A entrada é gratuita, mas os ingressos devem ser retirados com antecedência de uma hora do horário das sessões, no Departamento de Eventos da Santa Casa – próximo ao auditório. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. Informações:  98136 0468 (whatsaap).

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09/06/2018

O PREMIADO " CÃO SEM PLUMAS " SERÁ APRESENTADO NOS DIAS 16 E 17 DE JUNHO NO TEATRO GLAUCE ROCHA.

Espetáculo da Cia. de Dança Deborah Colker, ganhador este ano do prêmio BENOIS DE LA DANSE NA RÚSSIA, o "Oscar da Dança", categoria melhor coreógrafa.

Ele será apresentado nos dias 16 e 17 de junho, às 21h e 20h, respectivamente, no Teatro Glauce Rocha.

“Cão Sem Plumas” é baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), publicado em 1950. Acompanha o percurso do rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco, mostrando a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites, a vida no mangue.

“O Espetáculo é sobre coisas inconcebíveis, que não deveriam ser permitidas. É contra a ignorância humana, destruir a natureza, as crianças, o que é cheio de vida”, explica Deborah.

Na montagem, a dança se mistura com o cinema. Cenas de um filme realizado por Deborah e pelo pernambucano Cláudio Assis – diretor de longas-metragens como Amarelo Manga, Febre do Rato e Big Jato – são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos 13 bailarinos. As imagens foram registradas em novembro de 2016, quando coreógrafa, cineasta e toda a companhia viajaram durante 24 dias do limite entre sertão e agreste até Recife.

Os bailarinos se cobrem de lama, alusão às paisagens que o poema descreve, e seus passos evocam os caranguejos. O animal que vive no mangue está nas ideias do geógrafo Josué de Castro (1908-1973), autor de Geografia da fome e Homens e caranguejos, e do cantor e compositor Chico Science (1966-1997), principal nome do mangue beat. O movimento mesclava regional e universal, tradição e tecnologia, como Deborah faz.

Para construir um bicho-homem, conceito que é base de toda a coreografia, a artista não se baseou apenas em manifestações que são fortes em Pernambuco, como maracatu e coco. Também se valeu de samba, jongo, kuduro e outras danças populares. “Minha história é uma história de misturas”, afirma ela.

A jornada também foi documentada pelo fotógrafo Cafi, nascido em Pernambuco. Na trilha sonora original estão mais dois pernambucanos: Jorge Dü Peixe, da banda Nação Zumbi e um dos expoentes do movimento mangue beat, e Lirinha (cantor do Cordel do Fogo Encantado, poeta e ator), além do carioca Berna Ceppas, que acompanha Deborah desde o trabalho de estreia, Vulcão (1994). Outros antigos parceiros estão em cenografia e direção de arte (Gringo Cardia) e na iluminação (Jorginho de Carvalho). Os figurinos são de Claudia Kopke. A direção executiva é de João Elias, fundador da companhia. A produção local é feita pela Marruá Arte e Cultura.

Cia. Deborah Colker

Em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker subia à cena pela primeira vez no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais importantes do país, dividindo a noite com o Momix, o cultuado grupo de Moses Pendleton. Era a edição inaugural da mostra O Globo em Movimento, que se tornaria referência no panorama brasileiro da dança, e Vulcão, o espetáculo de estreia, faria jus ao nome.

A grande explosão, no entanto, viria no ano seguinte com Velox, que em seis meses contabilizava 55 mil espectadores. Um fenômeno que renderia à companhia uma estabilidade precoce. Em 1996, apenas dois anos depois de vir ao mundo, a Cia Deborah Colker era contemplada com o patrocínio exclusivo da Petrobras e ocupava sede própria. 

No mesmo ano, fazia sua primeira estreia mundial em território estrangeiro. Montado especialmente para a prestigiosa Bienal de Dança de Lyon, Mix cuidaria de projetar internacionalmente o trabalho da companhia carioca, e, cinco anos mais tarde, teria sua excelência chancelada pela Society of London Theatre, arrebatando, na categoria "Outstanding Achievement in Dance" (realização mais notável em dança), o Laurence Olivier Award 2001 – honraria jamais concedida a um artista ou grupo brasileiro.

De lá para cá a companhia já passou por quatro continentes, se apresentando nos EUA, Canadá, França, Inglaterra, Alemanha, Singapura, China, Japão, Nova Zelânida, entre diversos outros países. Essa é a segunda vez que Deborah vem à Campo Grande, sendo que a última foi há 18 anos.

Serviço

O Teatro Glauce Rocha fica dentro do campus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Os ingressos podem ser adquiridos na livraria LeParole, localizada na rua Euclides da Cunha, 1126, pelo site www.ativaingressos.com.br ou na portaria do espetáculo.

A meia entrada vale para estudantes e professores que apresentarem a carteirinha, para idosos acima de 60 anos,  para doadores de sangue e medula que apresentarem carteira e para artistas com DRT. 

Informações pelo pelo Whatsapp (67) 981364680.

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28/03/2018

EM PRIMEIRA MOSTRA MAIS DE 300 ESTUDANTES TEM CONTATO COM FILMES DE CAMPO GRANDE.

Projeto Campo Grande na Tela exibiu 12 filmes produzidos em Campo Grande na segunda (26) e terça (27) na Escola Municipal Arlindo Lima

“Não sabia que existia filmes feitos aqui em Campo Grande”, afirma Keinny Vilhalba, estudante de 13 anos da Escola Municipal Arlindo Lima. Essa é a realidade de grande parte dos adolescentes da Capital, para mudar isso, a Marruá Arte e Cultura está promovendo mostras e debates sobre o cinema local em 10 instituições de ensino através do projeto “Campo Grande na Tela”, que conta com recursos do FMIC (Fundo Municipal de Investimentos Culturais), oriundos da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campo Grande.

Os filmes revelam cenas, muitas vezes, distantes da realidade dos alunos, o que tornou as exibições um momento de prazer e aprendizado, mostrando desde os povos indígenas e quilombolas que vivem na Capital, história de Campo Grande, por meio do olhar peculiar e certeiro do fotógrafo Roberto Higa, à acontecimentos singulares de uma caçada ao tesouro, passando por obras de ficção, animação e documentários.

Nos dois dias foram exibidos 12 curtas-metragens, 5 na segunda-feira de manhã e 7 na terça-feira pela tarde. Tudo foi preparado para que cerca de 320 alunos da escola se sentissem numa sala de cinema: pouca luz, telão e até pipoca foi distribuída aos estudantes, que acompanharam atentamente os detalhes de cada produção. Ao término de cada curta, aplausos calorosos eram recebidos dos alunos e, no fim, cada um elegeu seu preferido.

“Gostei mais de Preto e Branco porque eu amo futebol, e esse filme fala de um time daqui”, frisou Keinny. “Adoro suspense, meu favorito foi Espera”, pontuou Gabriel de Oliveira, estudante do 7.º ano matutino.

Lugares bastante conhecidos são retratados pelas películas e muitos estudantes reconheceram a cidade nas produções. “Vi o Horto Florestal, Orla Morena, Afonso Pena nos filmes. Sempre vou até estes locais e nunca imaginei que eles foram palco de filmes locais. Sei que isso valoriza nossa cidade, ainda mais agora que muitos adolescentes irão assisti-los”, analisa a estudante Mary Beatriz, de 15 anos que cursa o 9.º do Ensino Fundamental.

Algumas histórias apresentadas surpreenderam os estudantes. “Não sabia que existiam tantos índios aqui na cidade. O documentário sobre eles foi o que mais me chamou atenção”, disse a estudante Isadora Ferreira, de 13 anos, do 9.º ano, referindo-se à produção de Sidney de Albuquerque “O Olhar Indígena Sobre Campo Grande”.

Debate

Após as exibições foi promovido debate para que os alunos tivessem uma dimensão de como é fazer cinema em Campo Grande. No primeiro dia participaram a diretora Tina Xavier e o ator Bruno Moser e no segundo dia foi a vez dos diretores Fábio Flecha e André Monteiro contarem um pouco de seu trabalho.

Participativos, os alunos perguntaram aos convidados sobre como tiveram as ideias para fazer os filmes, quais são as dificuldades de se produzir aqui, quanto tempo se leva para finalizar um filme, entre outras dúvidas. Atentos, os diretores responderam os questionamentos, transformando o debate em um rico aprendizado, deixando gancho para que os professores possam levar para sala de aula os diversos temas debatidos.

“Estar no debate com as crianças e adolescentes do Arlindo Lima foi instigante e vigoroso. É muito importante termos diferentes públicos para ver o material audiovisual que produzimos. Estar com os alunos e alunas traz novos desejos de novas produções e sobretudo de produzir com as crianças, algo que tenho realizando desde o ano de 2010, em escolas municipais de Campo Grande. Projetos como esse são fundamentais para a exibição de obras cinematográficas em espaço onde o povo está, no caso, um espaço tão importante que é a escola”, avalia Tina Xavier.

A diretora-adjunta da escola, Rosana Vasconcelos, também destacou a importância de levar este tipo de projeto para os alunos. “A escola é um local onde nós temos que trabalhar com os alunos o conceito de cidadania, de participação cidadã e, com certeza, a arte e a cultura contribuem muito para a transformação da sociedade. A partir de eventos como este eles podem refletir mais”, disse.

Foram exibidos: Ser Criança Em Campo Grande, de Tina Xavier; Olhar Diferente, de Marielle Oliveira; O Olhar Indígena Sobre Campo Grande, de Sidney de Albuquerque; Espera e Enterro, de Fábio Flecha; Ela Veio Me Ver e A TV Está Ligada, de Essi Rafael; Clave Latina e Preto e Branco, de André Monteiro; Tia Eva, de Ana Carla Pimenta e Vânia Lúcia Duarte; Lamento, de Eduardo Romero; e Memórias de Luz, de Farid Fahed.

Projeto

No Campo Grande na Tela escolas da rede municipal de ensino das 7 regiões da Capital e 3 universidades receberão uma mostra em que serão apresentados 20 curtas-metragens produzidos aqui (confira todos os filmes que participam abaixo). A curadoria foi feita pela fotógrafa e videomaker Elis Regina Nogueira e possui 5 programas diferentes a serem exibidos de acordo com o público alvo de cada instituição de ensino.

Antes de levar a mostra para cada escola, integrantes do projeto vão até o local e expõem um guia pedagógico explicando como funciona o projeto e apresentando os filmes que participam da mostra. No guia ainda há sugestões de temas e exercícios sobre o conteúdo gerado a partir deste contato com o cinema que podem ser aproveitados em sala de aula nas disciplinas de História, Literatura, Português, Geografia e Artes. Neste sentido o projeto atende o cumprimento da Lei que determina a exibição de filmes nacionais nas escolas de educação básica.

Importantes diretores sul-mato-grossenses como Joel Pizzini, Cândido Alberto da Fonseca, Essi Rafael, Nathália Tereza, Fábio Flecha, Roberto Leite, entre outros compõem a programação com filmes que revelam percepções, sentimentos, personagens e cenários da Cidade Morena.

Nos dias 10 e 11 de abril é a vez da Escola Municipal Hércules Maymone, que fica no Nova Lima, região Segredo, receber a mostra. Por lá a exibição é aberta ao público e acontece às 17h.

Websérie

Simultaneamente à mostra será produzida uma websérie, dividida em 10 episódios, com a abordagem de aspectos culturais das comunidades participantes, apoiando os profissionais que atuam na área. A apresentação será feita por dois adolescentes, que foram selecionados em chamada pública: a estudante Mariana Nogueira, de 13 anos, e o estudante Lucas Herrer, de 16 anos. 


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23/03/2018

PROGRAMAS DA MOSTRA DE FILMES

PROGRAMA 01 _ 53MIN20SEG 

Primeira sessão - Escolas municipais

Ser criança em Campo Grande 7,38”

Olhar diferente 5’31”

O olhar indígena sobre Campo Grande 9’51”

Espera 15’

Ela veio me ver 16’ 


PROGRAMA 02 _ 67MIN86SEG

Segunda sessão - Escolas municipais

Clave latina 4’31”

Tia Eva 5’13”

Lamento 4’29”

Preto e branco 5’05” 

Memórias de luz 5’13

Enterro 19’

A TV está ligada 24’


PROGRAMA 3 _ 83MIN08SEG

Primeira sessão - Universidades

Glauces 5’

Estação 3’47”

Memórias de luz 5’13”

Tia Eva 6’08”

Nova Lima, mil pecados 10’40”

Cortes 27”

A outra margem 26’


PROGRAMA 4 _ 86MIN36SEG

Segunda sessão - Universidades

Marco Aurélio 4’31”

Preto e branco 5’05” 

Conceição dos Bugres 9’

Enterro 19’

De tanto olhar o céu gastei meus olhos 25’

A TV está ligada 24’ 


PROGRAMA 5 _ 87MIN76SEG 

Primeiro dia - Escola Municipal Hércules Maymone - Nova Lima

Ser criança em Campo Grande, 7min38seg

Olhar diferente, 5min31seg

O olhar indígena sobre campo grande, 9min51seg

Espera, 15min

Ela veio me ver, 16min 

Nova Lima, mil pecados, 10min40seg

Segundo dia -  Escola Municipal Hércules Maymone - Nova Lima

PROGRAMA 2 _ 67MIN86SEG

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23/03/2018

FILMES DO CAMPO GRANDE NA TELA

1. SER CRIANÇA EM CAMPO GRANDE

Direção: Constantina Xavier

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2011. 7’38” – Livre. Animação

Sinopse: Os sonhos infantis de uma Campo Grande recriam e imaginam uma cidade de doces e sem violência, com chuvas de balas e uma professora de gelatina. Produção e Roteiro: Constantina Xavier. Som Direto: Luiz Henrique Gehlen. Edição: Wolfgang Partel Filho. Assistente de Produção: Ana Carla Pimenta, Charlene Martins Selles, Lívia Bonfim Catanho, Lorena Martins, Petrônio Zinn, Poliana Mori. MAKING OFF: Assistente de Direção: Ana Carla Pimenta. Câmera e Som Direto: Luiz Gehlen, Emanueli Ribeiro. Cenários: Charlene Selles. Argumento: Crianças do 5.º ano da EM Abel Freire de Aragão e Constantina Xavier. Roteiro, Personagens, Cenários e Animação de Recortes: Amanda Santos, Gabriel Santos, Juliana Silva, Karla Costa, Layane Costa, Marina Bizelli, Vitor dos Santos, Yasmin Lima, Yuri Moraes, Acaciéliton Britto, Anderson Morockoski, Bruna Reinoso, Mayara Reis. Narração: Marina Bizelli, Yuri Moraes.

2. OLHAR DIFERENTE

Direção: Marielle Oliveira

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2013. 5’31” – Livre. Doc

Sinopse: Aos seis anos, um acontecimento mudou a vida de Bruno. O que parecia um obstáculo intransponível tornou-se um estímulo para a construção de uma vida saudável e vitoriosa. Assistente de Direção: Roberto Patzlaff e Levi Feliciano. Produção: Roberto Patzlaff. Fotografia: Paulo Ribeiro. Som Direto: Levi Feliciano. Edição: Paulo Ribeiro. Assistente de Produção: Levi Feliciano. Assistente de Câmera: Roberto Patzlaff. Iluminação: Paulo Ribeiro e Roberto Patzlaff. 

3. O OLHAR INDÍGENA SOBRE CAMPO GRANDE

Direção: Sidney de Albuquerque

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2013. 09’51” – Livre. Doc

Sinopse:  Indígenas de várias etnias vieram a Campo Grande em busca de melhores condições de vida e educação para os filhos. Dificuldades, acolhimento e esperança no futuro. Roteiro: Márcio Higo, Rafael de Abreu e Sidney de Albuquerque. Assistente de Direção: Márcio Higo e Rafael de Abreu. Produção: Marina Peralta. Fotografia: Márcio Higo. Assistente de Câmera e Som direto: Rafael de Abreu. Edição: Márcio Higo, Rafael de Abreu e Sidney de Albuquerque. Iluminação e Assistente de Produção: Bruno Dinis.

4. ESPERA

Direção: Fábio Flecha

Produção: Render Brasil

2012, 15’ – 12 anos. Ficção

Sinopse: Um sertanejo vive muito distante da cidade e decide fazer uma caçada de espera. Um caçador mais experiente pede a ele que tenha paciência e aguarde um bicho maior. O problema é que numa caçada de espera, você nunca sabe o que vai acontecer. Elenco: Bruno Moser e Espedito Di Montebranco. Direção de Fotografia: Márcio Padilha. Edição e Efeitos Visuais: Flávio Sobreira. Trilha Sonora: Chico Moreira e Pedro Romão -  Música: “Cachorro Doido”. Assistente de Produção: Claudeir Dilly, Kleber Melo e Vinicius Klein Sozza. Som Direto: Flávio Sobreira. Mixagem: Flávio Sobreira e Fábio Flecha. Produção Executiva: Tania Sozza.

5. ELA VEIO ME VER

Direção: Essi Rafael

Produção: Casa de Cinema de Aquidauana

2011. 16’ - Livre. Ficção

Sinopse: Delcides espera a chegada de Tatiane. Eles vão passar uma tarde juntos pela primeira vez. O curta participou de festivais de cinema e foi exibido em São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Toronto, Chicago e Nova York. Direção, Roteiro e Montagem: Essi Rafael. Produtores: Carol Araújo, Essi Rafael, Mariana Sena, Roger Abrego. Produção Executiva: Roger Abrego. AD e Preparação de Elenco: Carol Araújo. Fotografia: Maurício Copetti. Trilha Sonora Original: Leonardo Copetti. Som Direto: Alan Caferro. 

6. CLAVE LATINA

Direção: André Knöner

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2013. 4’31” – Livre. Doc

Sinopse: Artistas de rua vindos de várias partes do continente americano, por alguns meses, dias ou semanas vivem na cidade de Campo Grande, estabelecendo um elo cultural entre mundos com pontos de vista, valores e atitudes diversas. Roteiro: André Knöner Monteiro, Carol Sartomen. Assistência de Direção: Alexandra Lopes, Carol Sartomen, Ester Saray Macedo Ramires, Ivan Molina Velásquez e Marinete Pinheiro. Produção: Esther Saray Macedo Ramires. Fotografia: Tassio Mourão. Som Direto: Carol Sartomen. Edição: Natália de Melo Cabral. Assistente de Produção: Alexandra Lopes, Carol Sartomen, André Knöner Monteiro, Lígia Zeolla, Tassio Mourão, Ivan Molina Velásquez, Marinete Pinheiro.

7. TIA EVA

Direção: Ana Carla Pimenta e Vânia Lúcia Duarte

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2013. 06’08” – Livre. Doc

Sinopse: Retrato de Tia Eva, uma mulher escravizada que chegou em Campo Grande em 1905, época da formação da cidade, na visão de seus descendentes que lutam para manter viva as origens e as tradições de uma comunidade quilombola. Roteiro: Ana Carla Pimenta e Ana Cláudia Ledesma, José Paulo dos Santos, Lúcia Silva, Vânia Lúcia Duarte. Produção: Lúcia Silva e Vânia Lúcia Duarte. Som direto: Ana Cláudia Ledesma, Lúcia Silva e Vânia Lúcia Duarte. Fotografia: Ana Cláudia Ledesma, José Paulo dos Santos. Edição: Everson Tavares.

8. LAMENTO

Direção: Eduardo Romero

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2011. 4’29” – Livre. Ficção

Sinopse: Um barquinho de papel navega pelo córrego Bandeiras, revelando poeticamente os limites de convívio entre homem e natureza. Elenco: Camile Ferreira de Barros. Roteiro: Mateus Zotti. Assistente da direção: Marinete Pinheiro. Produção: Gabrielly Barreto. Narração: Belchior Cabral.  Assistente da produção: André Oshiro, Mateu Zotti. Fotografia: Everson Tavaraes. Som Direto: Emanueli Ribeiro. Edição: Everson Tavaraes, Emanueli Ribeiro, Luiz Henrique Gehlen, Mateus Zotti, Marinete Pinheiro.

9. PRETO E BRANCO

Direção: André Knöner

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2011. 05’05” – Livre. Doc

Sinopse: Três mulheres, um time, muitas histórias. A paixão pelo Operário Futebol Clube em momentos inesquecíveis na arquibancada do Estádio Universitário Morenão. Elenco: Maria Branca, Maria Morena e Ana. Roteiro: Carlos Henrique Wilhelms. Produção: Ana Paula Ostapenko. Fotografia: Alfredo Roque Salveti. Assistente de Produção: Rômulo Said Monteiro e Ellen albuquerque de Lima. Assistente de Direção: Marinete Pinheiro. Som Direto: Luiz Henrique Gehlen. Edição: André Knöner Monteiro, Carlos Henrique Wilhelms, Ellen Albuquerque de Lima e Marinete Pinheiro. Design CGMA 2011: Gabriela Kina e Natália Cabral. Animação: Deivison de Souza - Pedrê. Música: Bola de gude, Curimba. 

10.  MEMÓRIAS DE LUZ

Direção: Farid Fahed

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2013. 5’13” – Livre. Doc

Sinopse: Roberto Higa, fotógrafo com um acervo de mais de 250 mil imagens que conta, ao longo de quase meio século, a história de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e marca gerações com suas recordações: passado presente. Assistente de Direção e iluminação: Simone Voar. Produção: Lígia Zeolla e Farid Fahed. Fotografia: Simone Voar. Som Direto: Marco, Ivan Molina Velásquez, Marinete Pinheiro. Edição: Gabriel Lourenço, Simone Voar e Farid Fahed. Assistente de Produção: Marco Aurélio. Assistente de Câmera: Farid Fahed.

11. ENTERRO

Direção e roteiro: Fábio Flecha

Produção: Render Brasil

2014. 19’ – 12 anos. Ficção

Sinopse: Três amigos partem em busca de um tesouro antigo sem imaginarem os perigos que irão enfrentar. Participação em festivais: Participação no FestCine Amazônia 2015; 2.º Lugar Ficção na 2.º Mostra Audiovisual de Dourados 2014; Filme convidado do 11.º Festival América do Sul, Corumbá, 2014. Elenco: Espedito Di Monteblanco, Bruno Moser, Marcos Moura, Stepheen Abrego e Paulo Simões. Produção Executiva: Tania Sozza.

12. A TV ESTÁ LIGADA

Direção e roteiro: Essi Rafael

Produção: Casa de Cinema de Aquidauana

2011. 24’33” – 10 anos. Ficção

Sinopse: Um maníaco à solta incendeia os noticiários televisivos e causa pânico nas ruas de Campo Grande. Uma comédia sobre violência urbana, paranoia e sensacionalismo. Produção: Valquíria Allis. Direção de Fotografia: Helton Pérez. Som & Trilha Sonora Original: Leonardo Copetti. Direção de Arte e Figurino: Maíra Espíndola. Produção de Elenco: André Knöner Monteiro. Assistente de Direção: Alan Caferro. Assistente de Direção de Arte: Gabriel Savala. Assistente de Som: Heitor Menezes. Criação de Vinhetas e Logomarcas: Animatronic. Criação gráfica adicional: Vaca Azul. Mixagem de Som: Leonardo Copetti. Produção Adicional: Luciana Kreutzer, Tetê Irie, Mariana Sena, Greg Medeiros. Elenco: Geraldo Saldanha, Ramona Rodrigues, Elaine Valdez, Mário Filho, Regiane Ribeiro, Luciana Kreutzer, Samuel Medeiros, Tatá Marques, Maria das Dores Espíndola, Jair Damasceno, Thiago Fraga, Hector Filho, Juliana Cordeiro, Ricardo Alexandre, Daniela Lacerda, Geraldo Espíndola, Andréa Freire, Ângelo Arruda, Roy Hale, Fernando Cruz, Marlon Ávila, Conceição Leite, Alexander Onça, Isac Zampieri, Yago Garcia, Bruno Moser, Marcos Alexandre, Felipe Ávila Rezende, Belchior Cabral, Cléber Dias, Espedito Di Montebranco, Ângela Montealvão,  Denisse Torres, Leandro Faria Lelo, Natália Cabral, Valéria Benites, Nana Lima, Cássia Namekata, Aline Duenha.

13. GLAUCES

Direção: Joel Pizzini

Produtora: Polo Filme. Coprodução: Itaú Cultural 

2001, 5’ – Livre. Documentário/ montagem

Sinopse: Um recorte do média-metragem GLAUCES – ESTUDO DE UM ROSTO (32’56”) sobre a arte de interpretar de Glauce Rocha, considerada uma das atrizes mais importantes da história do teatro e do cinema. Glauce era filha do rei. Glauce era rival de Medéia. Glauce é terra, navalham carne transe. Glauce era só. Glauce é rocha. Glauce era glauce ou Glauce é Glauce.  Prêmios: Melhor Filme e Melhor Curta Metragem no Festival de Brasília em 2002; Melhor Linguagem no Cinevitória em 2002; Melhor Montagem no Festival de Recife em 2002; Menção Honrosa no É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários em 2001; Prêmio Especial de Melhor Pesquisa CPCB no Festival de Brasília em 2002; Prêmio Especial do Júri no Cine Ceará em 2003; Prêmio Especial do Júri no Festival de Cuiabá em 2003; Seleção Oficial no Festival de Locarmo na Suíça em 2002 e Festival de Bobigny- Théâtre au Cinema (2005). Produção: J.S. Lopes, Leila D´Barsoles. Fotografia: Mário Carneiro. Roteiro: Joel Pizzini, Sérgio Medeiros . Edição: Idê Lacreta. Som Direto: Mirian Biderman. Trilha original: Lívio Tragtenberg. Argumento: Joel Pizzini. Mixagem: J.L.Sasso. Montagem: Idê Lacreta. Elenco: Glauce Rocha, Jardel Filho, Jece Valadão, Geraldo Del Rey. Participação especial: Paulo Autran e Gal Costa.

14.  ESTAÇÃO

Direção: Aurélio Marques

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2011. 03’47” – Livre. Doc

Sinopse: Um ex-ferroviário da Rede Noroeste do Brasil dá um tom saudosista à história da estrada de ferro que marcou época. Elenco: José Ferreira da Silva. Roteiro: Aurélio Marques. Assistente de Direção: Luiz Henrique Gehlen. Fotografia: Kelly Fernandes. Edição: Anderson Antunes. Som Direto: André Patroni.

15. NOVA LIMA, MIL PECADOS

Direção: Ivair Dantas

Produção: LV Home Studio Produções

Produção musical: TGB, LV Home Studio Produções 

2017. 10’40”. 10 anos. Videoclipe. Rap, Hip Hop

Sinopse: O grupo La-Firma Zn Clã revela a violência que assola o bairro Nova Lima, Zona Norte de Campo Grande e o desejo de quebrar o elo da vingança que a perpetua na região. Roteiro: Rodrigo Camargo. Música: Nova Lima, mil pecados. Artista: La-Firma ZN Clã: integrantes Abraão Barreto, Lucas Alves, Victor Ornelas, Luan Fioravante e Rodrigo Camargo.

16. CORTES

Direção: Roberto Leite

Produção: Zion Filmes

2015. 27 min. Ficção.

Sinopse: Jade (Camila Schneider) é uma jovem disposta a dar fim na depressão que a acompanha desde criança. A doença se agrava após a morte do marido Luis (Vinicius Olivo), momento no qual inicia seu processo de despedida. Leo (Filipi Silveira) mostra a ela que a vida é feita de novas fases, cortes e cicatrizes. Selecionado para a competição no Festival de Sisak, na Croácia em 2015. Elenco: Camila Schneider, Filipi Silveira, Vinicius Olivo, Nadja Mitidiero, Música: Raphael Aguirra de Andrade. Direção de Fotografia: Joaquin Diez. Produção: Nadja Mitidero, Carol Merlo, Filipi Silveira. Edição: Joaquin Diez, Kinho Guedes. Som: Kinho Guedes. Efeitos Especiais: Marcelo Ataide. Produção Executiva: Roberto Leite, Filipi Silveira. Roteiro e Direção: Roberto Leite.

17. A OUTRA MARGEM

Direção e roteiro: Nathália Tereza

2015. Duração: 26 min. Ficção

Sinopse: Sábado à noite, Centro¬-Oeste do Brasil, Jean é um agroboy que escuta a rádio local onde as pessoas deixam mensagens de amor. Prêmios: Melhor Direção e Melhor Ator no Festival de Vitória em 2015; Melhor direção em Curta-Metragem no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2015; Melhor Curta pela ABD-PE e Prêmio Aquisição Canal Curta! e Porta Curtas no Janela Internacional de Cinema do Recife em 2015; Prêmio da Crítica - Júri ABRACCINE no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2015. Elenco: Natália Mazarim, Pepa Quadrini. Som Direto: Lucas Maffini. Direção de Arte: Camila Nham. Câmera: Renato Ogata. Direção de produção: Ana Paula Málaga, Breno Benetti. Produção Executiva: Ana Paula Málaga, Breno Benetti. Assistente de Produção: Marçal do Carmo. Finalização: Lucas Negrão. Direção de Fotografia: Eduardo Azevedo. Ilustração: Jéssica Luz. Mixagem: Tiago Bello. Montagem: Nathália Tereza, Tomas von der Osten. Programação visual: Pedro Giongo. Tradução: Ailen Scandurra, Paulo Scarpa. Créditos: Pedro Giongo. Desenho de Som: Tiago Bello. Participações: Aline Calixto, Gisa Baptista, Lucas Cardoso. Colorista: Lucas Negrão. Efeitos Sonoros: Marcos Lopes. 1º Assistente de Direção: Caroline Biagi. Foley: Ivan Lemos, Sérgio Kalil. 1° assistente de fotografia: Pedro Giongo. Mixagem de Som: Gogó Conteúdo Sonoro. 

18. MARCO AURÉLIO

Direção: Ivan Molina Velasquez

Produção: Pontão Guaikuru e Marruá Arte e Cultura

Projeto: Campo Grande Meu Amor

2013. 4’31” – Livre. Documentário

Sinopse: Um homem curioso e poético caminha pelas ruas de Campo Grande, tornando-a mais humana. Fotografia: Juan Iván Molina Velasquez. Roteiro: Marcos Aurélio dos Santos. Produção: Iván Molina, Marcos Aurélio dos Santos e Márcio Higo.

19. CONCEIÇÃO DOS BUGRES

Direção: Candido Alberto da Fonseca

Produção: Siriema Filmes. Umas e Outras Produções Artísticas.

1981. 09’ – Livre. Documentário

Sinopse: filmado nos anos 80, recuperado e digitalizado em 2016, a obra retrata a artesã construindo seus bugrinhos que se tornaram símbolo do Mato Grosso do Sul.  Direção de Fotografia e Câmera: Noilton Nunes. Som Direto e Edição: Paulo Pestana. Produção Executiva, Direção de Produção, Argumento, Roteiro: Cândido Alberto da Fonseca.  Produção: João José de Sousa Leite e José Octávio Guizzo.

20. DE TANTO OLHAR O CÉU GASTEI MEUS OLHOS

Direção: Nathália Tereza.

Produção: Dora Amorim, Thaís Vidal. Produtor associado: Filipi Silveira.

2017 - 25 min. Ficção

Sinopse: O pai de Luana e Wagner envia uma carta após anos de abandono. Wagner acredita que o pai pode ter mudado. 

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23/03/2018

CAMPO GRANDE NA TELA - FILMES E DEBATES EM 10 LOCAIS DE 7 REGIÕES

REGIÃO CENTRO

EM Professor Arlindo Lima – Bairro Centro

Dias  26 março às 09h00  e 27 março/2018 às 13h00  

REGIÃO SEGREDO

EM Professor Hercules Maymone – Bairro Nova Lima

Dias 10 e 11 de abril/2018 às 17h00 

REGIÃO IMBIRUSSU

EM Professor Nagib Raslan – Jardim Petrópolis

Dia 18 de abril/2018 às 09h00 e às 13h30.

UEMS

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Dias 23 de abril às 16h00 e 24 de abril/2018 às 19h00. Auditório da UEMS 

REGIÃO PROSA

EM Consuleza  Margarida Maksoud Trad

Dias 03 de maio às 09h00 e 04 de maio/2018 às 15h00.

REGIÃO BANDEIRA

EM  Professor Múcio Teixeira Júnior 

Dias 08 de maio/2018 às 9h15 e às 15h15. 

REGIÃO ANHANDUIZINHO

EM Irene Szukala – Bairro: Jardim das Hortências / Aerorancho

Dia 17 de maio/2018, 9h00 e 15h00.

IFMS

Instituto Federal de Mato Grosso do Sul

Dias 21 de maio/2018 e 25 de maio/2018 às 18h00.

REGIÃO LAGOA

EM Dr. Tertuliano Meirelles – Bairro Caiçara

Dias 23 de maio/2018 e 24 de maio/2018 às 19h00. 

UFMS

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Teatro Glauce Rocha

Dias 21 de maio e 30 de maio/2018. Teatro Glauce Rocha


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23/03/2018

O ENCONTRO DE JOVENS COM O CINEMA CAMPO-GRANDENSE.


Projeto Campo Grande na Tela passará por 7 escolas municipais, IFMS, UEMS e UFMS entre março e junho

Campo Grande tem lindas paisagens e personagens marcantes que já foram retratadas de diversas maneiras em produções locais, mas, por muitas vezes, esses filmes não chegam a grande parte dos campo-grandenses, principalmente aos adolescentes e jovens. Para levar essas películas até eles e trazer a memória do cinema de nossa cidade a Marruá Arte e Cultura inicia no dia 26 de março o projeto Campo Grande na Tela, que conta com recursos do FMIC (Fundo Municipal de Investimentos Culturais), oriundos da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campo Grande.

No Campo Grande na Tela escolas das 7 regiões da Capital e 3 universidades receberão uma mostra em que serão apresentados 20 curtas-metragens produzidos aqui (confira todos os filmes que participam abaixo). A curadoria foi feita pela fotógrafa e videomaker Elis Regina Nogueira e possui 5 programas diferentes a serem exibidos de acordo com o público-alvo de cada instituição de ensino.

“Nos últimos anos o trabalho da Marruá se aproximou do cinema e da prática audiovisual. De projetos que desenvolvemos surgiram vários curtas. Percebemos que havia um acervo deles bastante relevante e revelador sobre a cidade em que moramos. Diante desse repertório pensamos ser importante transmitir esse conhecimento às novas gerações, produzindo mostras para exibição nas escolas e guias pedagógicos para apoiar os educadores realizando debates”, explica Belchior Cabral, coordenador do projeto.

Antes de levar a mostra para cada escola, integrantes do projeto vão até o local e expõem um guia pedagógico explicando como funciona o projeto e apresentando os filmes que participam da mostra. No guia ainda há sugestões de temas e exercícios sobre o conteúdo gerado a partir deste contato com o cinema que podem ser aproveitados em sala de aula nas disciplinas de História, Literatura, Português, Geografia e Artes. Neste sentido o projeto atende ao cumprimento da Lei que determina a exibição de filmes nacionais nas escolas de educação básica.

Importantes diretores sul-mato-grossenses como Joel Pizzini, Cândido Alberto da Fonseca, Essi Rafael, Nathália Tereza, Fábio Flecha, Roberto Leite, entre outros compõem a programação com filmes que revelam percepções, sentimentos, personagens e cenários da Cidade Morena.

A primeira escola a receber o projeto será a Escola Municipal Arlindo Lima, localizada no Centro, nos dias 26 e 27 de março, pela manhã e tarde, respectivamente. Nos dias 10 e 11 de abril é a vez da Escola Municipal Hércules Maymone, que fica no Nova lima, na região Segredo. Por lá a exibição é aberta ao público.

Ainda participam do Campo Grande na Tela as Escolas Municipais: Professor Nagib Raslan, que fica no Jardim Petrópolis, na região Imbirussú; Consulesa Margarida Maksoud Trad, no bairro Estrela Dalva, na região Prosa; Professor Múcio Teixeira Júnior, na Vila Carlota, que fica na região Bandeira; Irene Szukala, localizada no Jardim das Hortências, na região Anhanduizinho; Dr. Tertuliano Meirelles, no bairro Caiçara, na região Lagoa; além do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul), da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) e da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Após cada sessão será promovido um debate com diretores, atores, produtores, jornalistas, entre outros profissionais comprometidos com o cinema local, juntamente com professores da escola e os alunos. 

Websérie

Simultaneamente à mostra será produzida uma websérie, dividida em 10 episódios, com a abordagem de aspectos culturais das comunidades participantes, apoiando os profissionais que atuam na área. 

A apresentação será feita por dois adolescentes, que foram selecionados em chamada pública: a estudante Mariana Nogueira, de 13 anos, e o estudante Lucas Herreira, de 16 anos. “Meus pais viram o edital de seleção e já falaram para eu me inscrever, fiz muitos anos de teatro, acredito que tenho que vocação para isso. Espero aprender bastante e conseguir apresentar a cultura daqui para as pessoas”, reflete Lucas.

Mariana é uma entusiasta do cinema local e até já assistiu algumas das produções que serão apresentadas nas escolas. “A diretora da minha escola veio avisar do projeto e meus amigos me indicaram para participar já que ano passado escrevi uma peça e atuei nela, me dou bem com câmeras também. Fiquei muito feliz quando soube que fui selecionada, sei que temos ótimos curtas e agora anseio por conseguir passar a qualidade de nossa cultura para as pessoas”, afirma.

Depois de pronto, cada capítulo será publicado no YouTube, sendo veiculado ainda no desenvolvimento das atividades do projeto. Após o término do Campo Grande na Tela, a mesma continuará sendo acessada na web e também poderá ser incluída em programação televisiva, dependendo do impacto que tenha na sua veiculação inicial.

O projeto Campo Grande na Tela é realizado pela Marruá Arte e Cultura e fazem parte dele: Elis Regina Nogueira, curadora e coordenadora pedagógica; Andréa Freire, coordenadora pedagógica e produtora executiva; Júlia Basso, assistente de produção; Rafael Mareco, designer e diretor de arte; Natália Cabral, na administração; Lucas Arruda, assessor de imprensa; Farid Fahed, produtora da websérie; Belchior Cabral, diretor e roteirista; Mariana Nogueira e Lucas Herreira, apresentadores; Helton Pérez, diretor de fotografia; Hana Chaves, assistente de fotografia; Márcio Higo, assistente de câmera; Eduardo Cabral, assistente de direção; Marina Peralta e Estúdio 45, fazendo a trilha sonora original.

História Marruá

A Marruá Arte e Cultura é uma produtora cultural independente fundada em 1992, em Campo Grande. Atua em diversas vertentes artísticas como música, literatura, fotografia e audiovisual, sempre com muita referência em relação à identidade local.

Entre suas atribuições estão a criação e produção artística, edição de livros, elaboração e desenvolvimento de projetos, gestão e consultoria. Já realizou trabalhos em parceria com instituições públicas e privadas, empresas produtoras e grupos criadores. O nome Marruá é inspirado no touro de porte do Pantanal brasileiro.

Para saber mais sobre o Campo Grande na Tela e ações da Marruá siga a página no Facebook, Instagram, Twitter e site oficial:

https://www.facebook.com/Marrua.Arte.Cultura/

https://www.instagram.com/marrua.arte.cultura/

https://twitter.com/MarruaArteCult

http://www.marruaarteecultura.com.br/


Filmes que serão exibidos nas escolas:

1. SER CRIANÇA EM CAMPO GRANDE

Direção: Constantina Xavier

2011. 7,38” – Livre. Animação

Sinopse: Os sonhos infantis de uma Campo Grande recriam e imaginam uma cidade de doces e sem violência, com chuvas de balas e uma professora de gelatina. 

2. OLHAR DIFERENTE

Direção: Marielle Oliveira

2013. 5,31” – Livre. Documentário

Sinopse: Aos seis anos, um acontecimento mudou a vida de Bruno. O que parecia um obstáculo intransponível tornou-se um estímulo para a construção de uma vida saudável e vitoriosa. 

3. O OLHAR INDÍGENA SOBRE CAMPO GRANDE

Direção: Sidney de Albuquerque

2013. 9,51” – Livre. Documentário

Sinopse:  Indígenas de várias etnias vieram a Campo Grande em busca de melhores condições de vida e educação para os filhos. Dificuldades, acolhimento e esperança no futuro. 

4. ESPERA

Direção: Fábio Flecha

2012. 15’ – 12 anos. Ficção

Sinopse: Um sertanejo vive muito distante da cidade e decide fazer uma caçada de espera. Um caçador mais experiente pede a ele que tenha paciência e aguarde um bicho maior. O problema é que numa caçada de espera, você nunca sabe o que vai acontecer.

5. ELA VEIO ME VER

Direção: Essi Rafael

2011. 16’ – Livre. Ficção

Sinopse: Delcides espera a chegada de Tatiane. Eles vão passar uma tarde juntos pela primeira vez. 

6. CLAVE LATINA

Direção: André Knöner

2013. 4,31” – Livre. Documentário

Sinopse: Artistas de rua vindos de várias partes do continente americano, por alguns meses, dias ou semanas vivem na cidade de Campo Grande, estabelecendo um elo cultural entre mundos com pontos de vista, valores e atitudes diversas. 

7. TIA EVA

2013. 6,08” – Livre. Documentário

Direção: Ana Carla Pimenta e Vânia Lúcia Duarte

Sinopse: Retrato de Tia Eva, uma mulher escravizada que chegou em Campo Grande em 1905, época da formação da cidade, na visão de seus descendentes que lutam para manter viva as origens e as tradições de uma comunidade quilombola. 

8. LAMENTO

Direção: Eduardo Romero

2011. 4,29” – Livre. Ficção

Sinopse: Um barquinho de papel navega pelo córrego Bandeiras, revelando poeticamente os limites de convívio entre homem e natureza. 

9. PRETO E BRANCO

Direção: André Knöner

2011. 5,05 - Livre. Documentário

Sinopse: Três mulheres, um time, muitas histórias. A paixão pelo Operário Futebol Clube em momentos inesquecíveis na arquibancada do Estádio Universitário Morenão. 

10.  MEMÓRIAS DE LUZ

Direção: Farid Fahed

2013. 5,13 – Livre. Documentário

Sinopse: Roberto Higa, fotógrafo com um acervo de mais de 250 mil imagens que conta, ao longo de quase meio século, a história de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e marca gerações com suas recordações: passado presente. 

11. ENTERRO

Direção e roteiro: Fábio Flecha

2014. 19’ – 12 anos. Ficção

Sinopse: Três amigos partem em busca de um tesouro antigo sem imaginarem os perigos que irão enfrentar. 

12. A TV ESTÁ LIGADA

Direção e roteiro: Essi Rafael

2011. 24,33” – 10 anos. Ficção

Sinopse: Um maníaco à solta incendeia os noticiários televisivos e causa pânico nas ruas de Campo Grande. Uma comédia sobre violência urbana, paranoia e sensacionalismo

13. GLAUCES

Direção: Joel Pizzini

2001. 5’ – Livre. Documentário

Sinopse: Um recorte do média-metragem GLAUCES – ESTUDO DE UM ROSTO  sobre a arte de interpretar de Glauce Rocha, considerada uma das atrizes mais importantes da história do teatro e do cinema. Glauce era filha do rei. Glauce era rival de Medéia. Glauce é terra, navalham carne transe. Glauce era só. Glauce é rocha. Glauce era glauce ou Glauce é Glauce.  

14.  ESTAÇÃO

Direção: Aurélio Marques

2011. 3,47” – Livre. Documentário

Sinopse: Um ex-ferroviário da Rede Noroeste do Brasil dá um tom saudosista à história da estrada de ferro que marcou época.

15. NOVA LIMA, MIL PECADOS

Direção: Ivair Dantas

2017. 10,40” – 10 anos. Videoclipe

Sinopse: O grupo La-Firma Zn Clã revela a violência que assola o bairro Nova Lima, Zona Norte de Campo Grande e o desejo de quebrar o elo da vingança que a perpetua na região. 

16. CORTES

Direção: Roberto Leite

2015. 17’ – Livre. Ficção

Sinopse: Jade (Camila Schneider) é uma jovem disposta a dar fim na depressão que a acompanha desde criança. A doença se agrava após a morte do marido Luis (Vinicius Olivo), momento no qual inicia seu processo de despedida. Leo (Filipi Silveira) mostra a ela que a vida é feita de novas fases, cortes e cicatrizes.

17. A OUTRA MARGEM

Direção e roteiro: Nathália Tereza

2015. 26’ – Livre. Ficção

Sinopse: Sábado à noite, Centro¬-Oeste do Brasil, Jean é um agroboy que escuta a rádio local onde as pessoas deixam mensagens de amor. 

18. MARCO AURÉLIO

Direção: Ivan Molina Velasquez

2013. 4,31 – Livre. Documentário

Sinopse: Um homem curioso e poético caminha pelas ruas de Campo Grande, tornando-a mais humana.

19. CONCEIÇÃO DOS BUGRES

Direção: Candido Alberto da Fonseca

1981. 9’ – Livre. Documentário

Sinopse: filmado nos anos 80, recuperado e digitalizado em 2016, a obra retrata a artesã construindo seus bugrinhos que se tornaram símbolo do Mato Grosso do Sul.  

20. DE TANTO OLHAR O CÉU GASTEI MEUS OLHOS

Direção: Nathália Tereza

2017. 25’ – Livre. Ficção

Sinopse: O pai de Luana e Wagner envia uma carta após anos de abandono. Wagner acredita que o pai pode ter mudado.

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15/03/2018

SELECIONADOS APRESENTADORES DA WEBSÉRIE

Foram selecionados como apresentadores da websérie CAMPO GRANDE NA TELA, Mariana Brito Nogueira  e Lucas Herreira da Silva.   

Agradecemos aos demais jovens pelo interesse e disposição.  Reiteramos o convite para que participem dos episódios da websérie.

Agradecemos aos pais que sensivelmente incentivaram seus filhos a participar.

CAMPO GRANDE NA TELA chega já já!

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24/02/2018

CAMPO GRANDE NA TELA - MOSTRA DE CURTAS | DEBATES | WEBSÉRIE

Janeiro a Junho | 2018

Uma mostra de curtas-metragens produzidos em Campo Grande, filmes que  têm a cidade como cenário, espaço de produção, foco de impressões e percepções diversas, com exibições em todas as regiões da cidade, em escolas municipais e universidades; debates sobre o audiovisual produzido aqui; e produção e veiculação de uma websérie que revelará aspectos culturais das comunidades onde o projeto será realizado, sentimentos e emoções emanados da fruição, apoiando os profissionais que atuam na área e o cumprimento da Lei que determina a exibição de filmes nacionais nas escolas de educação básica.

20 sessões nas 7 regiões: Lagoa; Segredo; Imbirussu; Prosa; Bandeira; Anhanduizinho; Centro, e em 3 universidades: UEMS; IFMS e UFMS, com mediação antes, durante e depois das exibições.

20 debates articulados em eixos como apreciação, contextualização e produção audiovisual, com realizadores, estudantes, educadores e pessoas que trabalham com o audiovisual, jornalistas, produtores, atores e diretores, após cada sessão. 

Produção da WEBSÉRIE CAMPO GRANDE NA TELA com 10 episódios, acompanhando as atividades do projeto, revelando às novas gerações um recorte da história do cinema em Campo Grande e de sua imagem no cinema.

Um encontro com a arte para estimular o sentimento de pertencimento à cidade, para contribuir para a ampliação de público para o audiovisual produzido em Campo Grande. 

O Projeto tem a Coordenação geral de Belchior Cabral, curadoria e coordenação pedagógica de Elis Regina Nogueira e a produção executiva de Andréa Freire.

Inscrições para a Chamada Pública - Seleção de dois jovens entre 14 e 16 anos para apresentação da websérie em: http://marruaarteecultura.com.br/acoes/2018

Este projeto foi contemplado no Fundo Municipal de Investimentos Culturais (FMIC) 2017.

Investimento – Secretaria Municipal de Cultura e Turismo -    Prefeitura de Campo Grande

Realização – Marruá Arte e Cultura

Contatos – (67) 981364680









 

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Agenda

CHAMADA PÚBLICA PROJETO CAMPO GRANDE NA TELA

Seleção de dois jovens entre 14 e 16 anos para apresentação da websérie “CAMPO GRANDE NA TELA”
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A seleção será dividida em duas fases:

1 – Inscrição – de 24 de fevereiro a 10 de março de 2018.  

No dia 12 de março serão divulgados nas redes sociais e no site da produtora Marruá Arte e Cultura os nomes dos candidatos selecionados para a segunda fase, que receberão um e-mail com as orientações de horário e local para a entrevista.

2 – Entrevista – Os selecionados na primeira fase participarão da entrevista prevista para o dia 14 de março de 2018.

O resultado final da seleção será divulgado no dia 15 de março de 2018 no site da Marruá Arte e Cultura.

Informações: http://marruaarteecultura.com.br/acoes/2018